Quote
"

“Sabe por que as pessoas riem de mim?
As pessoas riem, não por essa minha maquiagem,
nem por minha estranha vestimenta…

Elas riem, porque sabem…
…que por trás destas vestes existe um miserável
que precisa humilhar-se a tal grau,
para poder ganhar a vida…
Para por o pão na mesa.

Vocês gostam que eu use esta maquiagem…
Mas se eu a tirasse vocês veriam que a sua cara
é mais ridícula do que a minha…

E o mais engraçado é que eu não rio de vocês.
Porque os palhaços conhecem a condição humana.”

"

— in, Lourenço Mutarelli - “O Dobro de Cinco”

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crimsonsecrets:

“Clowns Fall”: Katja Faith — http://katjafaith.deviantart.com
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autresfilles:

David Bailey Vogue UK December 1975

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David Bailey Vogue UK December 1975

(Source: desbellesfemmes)

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jeveuxrevenir:

beautiful.

jeveuxrevenir:

beautiful.

(Source: itsalmostovernow)

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“Nobody likes a clown at midnight” — Stephen King

(Source: quotesandyouknowstuff)

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shoutfortheday:

A silly faceCan often hideThe saddest of tearsA laughing smileCan often hideThe deepest of fears
The masks we wearMay never showWhat we really feelThe faces we put onAre almost alwaysMore fiction than real.

shoutfortheday:

A silly face
Can often hide
The saddest of tears
A laughing smile
Can often hide
The deepest of fears


The masks we wear
May never show
What we really feel
The faces we put on
Are almost always
More fiction than real.

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troca-dilho:

Palhaço | s.m | eu, tu, ele, nós, vós, eles; 
Hoje é dia de festa! todos cospem fogo de artifício, reclamam o que lhes é devido! Hoje sim, vejo toda a gente na rua movida por uma só causa, a sua. Todos se encontram na dor um do outro, o sofrimento é comum e isso une-nos como povo! Um num canto reclama pela baixa reforma a que está condicionado, no outro extremo da sala a luz foca uma jovem que se queixa do estado precário a que a sua geração está condenada!
 Todos gritam, todos festejam! Todos podres, todos cepos! Puta que os pariu, saiam à rua e espanquem a primeira pessoa que virem! Todos somos culpados, todos merecemos que nos desfaçam a tromba até ao estado de massa disforme de vermelho e de poça de carne. Se me vires a mim ou à dona rosa do 4o esquerdo espanca-nos, somos ambos culpados pela merda em que andamos a chafurdar. Todos pela defesa da sua causa, a gritar com um sorriso na cara que isto está mal, a sentir a satisfação de não estar sozinho no meio de uma multidão que está tão fodida como tu. Inteira-te. Estás sozinho, o que tu queres não é o que eu quero e o que eu quero não é o que tu queres, estamos sozinhos nesta orgia onde toda a gente vai ao cú de toda a gente, com sorrisos de orelha a orelha, a enrabar enquanto está a ser enrabado. 
 Nós só vemos o eu e um gigantesco cagueiro à nossa frente,vítima mais que abusada da penetração grotesca a que é sujeito por parte do nosso majestoso caralho, mas lá no fundo sentimos que algo de errado se passa nas nossas costas. Temos todos medo de virar a cara e de ver os nossos pais, as nossas mães e os nossos irmãos a partirem-nos a anilha como se não houvesse amanhã!
 Falta-vos raiva! “O medo corrói-vos o cérebro e danifica-vos os comportamentos”! Fodasse edgar, explica-me de que é feita esta gente! É só isto que há para ver?
 Declara-te ligeiramente aborrecido com a situação ou com vontade de partir cabeças, agora não saias à rua com um martelo para o passeares entediado.
 É o excesso de informação que te contém não é? As notícias do mundo tornaram-se na tua telenovela? sabe-te ao mesmo falar de milhares de mortes compactuadas pelo teu governo como das calças que queres comprar? tudo isto enquanto tomas um café com um amigo? Se encaras ambos os temas com a mesma leviandade e ainda assim estes pequenos assuntos consomem grande parte do teu dia e do teu discurso, desculpa a crueza, mas estás no abismo de uma overdose de informação e de morte cerebral induzida. Afunda-te na tua poltrona e acredita que o mundo que tu vês na televisão e lês no jornal é o teu mundo, um mundo que te é mostrado através de olhos que não são teus e que estão minguados de tanto filtro. Agarra-te com força ás cordas que te prendem ao sofá. Amarrado, mas confortável o suficiente. Diverte-te.
 No dia em que se passar algo puro, algo que venha do coração de cada um e que não se regule por comportamentos gastos de alcateia, ninguém se vai olhar nos olhos, toda a gente vai apedrejar e queimar e foder o que tem a foder e acredita que vai ser a melhor sensação da tua vida.
 Por sorte ou azar amanhã é outro dia e amanhã sou outro eu…
Carlos Perdigão

troca-dilho:

Palhaços.m | eu, tu, ele, nós, vós, eles;

Hoje é dia de festa! todos cospem fogo de artifício, reclamam o que lhes é devido! Hoje sim, vejo toda a gente na rua movida por uma só causa, a sua. Todos se encontram na dor um do outro, o sofrimento é comum e isso une-nos como povo! Um num canto reclama pela baixa reforma a que está condicionado, no outro extremo da sala a luz foca uma jovem que se queixa do estado precário a que a sua geração está condenada!

Todos gritam, todos festejam! Todos podres, todos cepos! Puta que os pariu, saiam à rua e espanquem a primeira pessoa que virem! Todos somos culpados, todos merecemos que nos desfaçam a tromba até ao estado de massa disforme de vermelho e de poça de carne. Se me vires a mim ou à dona rosa do 4o esquerdo espanca-nos, somos ambos culpados pela merda em que andamos a chafurdar. Todos pela defesa da sua causa, a gritar com um sorriso na cara que isto está mal, a sentir a satisfação de não estar sozinho no meio de uma multidão que está tão fodida como tu. Inteira-te. Estás sozinho, o que tu queres não é o que eu quero e o que eu quero não é o que tu queres, estamos sozinhos nesta orgia onde toda a gente vai ao cú de toda a gente, com sorrisos de orelha a orelha, a enrabar enquanto está a ser enrabado. 

Nós só vemos o eu e um gigantesco cagueiro à nossa frente,vítima mais que abusada da penetração grotesca a que é sujeito por parte do nosso majestoso caralho, mas lá no fundo sentimos que algo de errado se passa nas nossas costas. Temos todos medo de virar a cara e de ver os nossos pais, as nossas mães e os nossos irmãos a partirem-nos a anilha como se não houvesse amanhã!

Falta-vos raiva! “O medo corrói-vos o cérebro e danifica-vos os comportamentos”! Fodasse edgar, explica-me de que é feita esta gente! É só isto que há para ver?

Declara-te ligeiramente aborrecido com a situação ou com vontade de partir cabeças, agora não saias à rua com um martelo para o passeares entediado.

É o excesso de informação que te contém não é? As notícias do mundo tornaram-se na tua telenovela? sabe-te ao mesmo falar de milhares de mortes compactuadas pelo teu governo como das calças que queres comprar? tudo isto enquanto tomas um café com um amigo? Se encaras ambos os temas com a mesma leviandade e ainda assim estes pequenos assuntos consomem grande parte do teu dia e do teu discurso, desculpa a crueza, mas estás no abismo de uma overdose de informação e de morte cerebral induzida. Afunda-te na tua poltrona e acredita que o mundo que tu vês na televisão e lês no jornal é o teu mundo, um mundo que te é mostrado através de olhos que não são teus e que estão minguados de tanto filtro. Agarra-te com força ás cordas que te prendem ao sofá. Amarrado, mas confortável o suficiente. Diverte-te.

No dia em que se passar algo puro, algo que venha do coração de cada um e que não se regule por comportamentos gastos de alcateia, ninguém se vai olhar nos olhos, toda a gente vai apedrejar e queimar e foder o que tem a foder e acredita que vai ser a melhor sensação da tua vida.

Por sorte ou azar amanhã é outro dia e amanhã sou outro eu…


Carlos Perdigão
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igsvaladares:

This was my first clown makeup when I was in my drama course [Esta foi a minha primeira maquiagem de palhaço, quando eu estava no meu curso de teatro]

igsvaladares:

This was my first clown makeup when I was in my drama course [Esta foi a minha primeira maquiagem de palhaço, quando eu estava no meu curso de teatro]

Quote
"Pra matar um palhaço, é preciso de muitas balas!"

— JOKER WIZARD QUOTE - TATO MARCEL FERRARI LONGUINI (via curinga)

Quote
"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria."

— Charles Chaplin (via sillylifethings)

(via le-dernier-jour-deactivated2012)

Quote
"The people who run our cities don’t understand graffiti because they think nothing has the right to exist unless it makes a profit, which makes their opinion worthless. The people who truly deface our neighbourhoods are the companies that scrawl giant slogans across our buildings and buses trying to make us feel inadequate unless we buy their stuff."

Banksy (via jardineria)

(Source: nuuro, via ryotical)

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sambadeumanotaso:

-Obra no Parque das Ruínas, Santa Teresa, Rio de Janeiro- 
“Um monge descabelado me disse no caminho: ‘Eu queria construir uma ruína.Embora eu saiba que ruínas é uma desconstrução.Minha idéia era de fazer alguma coisa ao jeito de tapera. Alguma coisa que servisse para abrigar o abandono, como as taperas abrigam. Porque o abandono pode não ser apenas de um homem debaixo da ponte, mas pode ser também de um gato no beco ou de uma criança presa num cubículoO abandono pode ser também de uma expressão que tenha entrado para o arcaico ou mesmo de uma palavra. Uma palavra que esteja sem ninguém dentro. (O olho do monge estava perto de ser um canto.) Continuou: digamos a palavra AMOR.A palavra amor está quase vazia. Não tem gente dentro dela.Queria construir uma ruína para salvar a palavra amor. Talvez ela renascesse das ruínas; como um lírio pode nascer de um monturo.’E o monge se calou descabelado.”                                                                                                        Manoel de Barros

sambadeumanotaso:

-Obra no Parque das Ruínas, Santa Teresa, Rio de Janeiro- 

“Um monge descabelado me disse no caminho: 
‘Eu queria construir uma ruína.
Embora eu saiba que ruínas é uma desconstrução.
Minha idéia era de fazer alguma coisa ao jeito de tapera. 
Alguma coisa que servisse para abrigar o abandono, 
como as taperas abrigam. 
Porque o abandono pode não ser apenas de um homem debaixo da ponte, 
mas pode ser também de um gato no beco ou de uma criança presa num cubículo
O abandono pode ser também de uma expressão que tenha entrado para o arcaico 
ou mesmo de uma palavra. 
Uma palavra que esteja sem ninguém dentro. 
(O olho do monge estava perto de ser um canto.) 
Continuou: digamos a palavra AMOR.
A palavra amor está quase vazia. Não tem gente dentro dela.
Queria construir uma ruína para salvar a palavra amor. 
Talvez ela renascesse das ruínas; como um lírio pode nascer de um monturo.’
E o monge se calou descabelado.”
                                                                                                        Manoel de Barros

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sambadeumanotaso:

- Quem é você?
- Adivinha se gosta de mim!
Hoje os dois mascarados
Procuram os seus namorados
Perguntando assim:
- Quem é você, diga logo…
- Que eu quero saber o seu jogo…
- Que eu quero morrer no seu bloco…
- Que eu quero me arder no seu fogo.
- Eu sou seresteiro, poeta e cantor.
- O meu…

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femijeteembelmjalte:

Coco Rocha - Solve Sundsbo

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Coco Rocha - Solve Sundsbo